Entrevista com Margareth Menezes
 
 
 

Por: Ismael Santana
Data: 28/10/2010

Viva Salvador- Quando a música entrou na sua vida?

Margareth: Sempre gostei muito de música, embora nunca tenha pensado em ser cantora quando pequena. Achava até que ia ser advogada, imagine! (risos) Gravei meu primeiro CD em 1987. Foi um LP single com a música Faraó, a convite de Djalma Oliveira.

V.S- Quem você ouve na música brasileira?

Carlinhos Brown, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Gadu, Ivete Sangalo, Roberto Carlos...

V.S- Como surgiu o projeto social que você vem desenvolvendo na cidade baixa?

M: É  a Fábrica Cultural. Surgiu porque a Ribeira é um lugar lindo, no qual eu nasci e vivi, mas que não tem a devida atenção que merece, especialmente do poder público. A Fábrica Cultural foi uma maneira que encontrei de devolver para aquele lugar tudo que ele me deu. A ideia é proporcionar mais oportunidades para jovens e crianças da península.

V.S- O que você acha da importância que a mídia dá para o pagode baiano?

M: Acho válida. Acho que a mídia deve dar importância para todos os tipos de música, porque isso é entretenimento, é o que o povo gosta. Não tenho nada contra pagode; só não concordo com músicas que tratem a mulher de maneira pejorativa ou que tenham palavras de baixo calão.

V.S- Qual a sua ligação com a religião União do Vegetal?

M: Faço parte.

V.S- Quais seus projetos futuros?

M: No momento estou focada na divulgação do meu novo trabalho, Naturalmente Acústico, cujo show vai ser dia 24, na concha. Depois disso, vai ter o verão Afropop, com eventos e bloco de carnaval sem cordas.

V.S- Se defina para nossos internautas. Quem é Margareth Menezes?

M: Uma mulher batalhadora, que gosta de música e vive disso. Uma pessoa que busca sempre novidades e estar se melhorando e melhorando sua música.

 
 
Viva Salvador - Entrevistas - Rafael Sessenta


 
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